Nessa baixa altitude sentiram pena de um simples alguém. Entre os vastos e verdes campos escreveram uma história de amor. Nesse local onde tudo era lindo. Fizeram um conto sobre amor e pena. Será que alguém mais sabe me dizer aonde vamos?
Um feiticeiro que resolve amaldiçoar seu habitat, vê sua magia retornar ao dono. Apesar de tantos avisos para não faze-lá, ele não escutou. Fez, continua fazendo e não desistiu dela. Mas como dizem o feitiço sempre retorna para o feiticeiro. E tudo se perde na inconstância de um poema de amor. O feiticeiro não sabia que ela sempre triunfará. O tempo é a sua melhor arma. E o calcanhar de Aquiles do mago ignorante.
Se a vida que planejou iria ser confortável e fácil. Ela agora vira uma droga. Em pouco tempo o feiticeiro sucumbirá a morte pelo egoísmo. Seu individualismo fez com que ele perdesse o senso de sociedade e trabalhasse só para si. Isso agora terá uma grave conseqüência.
Seria preferível morrer antes do fim, porque ele não é nem um pouco agradável. Pelo contrario, viver vai ser insuportável, morrer é a melhor opção. Nem o grito que aparece em nossa garganta nos momentos de desespero ira aliviar o desconhecido futuro.
E por um erro da vida o feiticeiro não encontrou o seu amor, a que sempre o puxa de volta de suas viagens. Por esse desencontro da vida tudo ainda vai se perder. Nada muda. nada volta ao equilíbrio.
Junto com o feiticeiro iremos testemunhar o fim dos tempos, a dor de uma vida desperdiçada. A angustia de nunca mais ver seus entes queridos. A ansiedade de saber que isso não existirá de novo, somente em lembranças do seu inconsciente.
A Natureza chamou muito por nós, pediu inúmeras ajudas, e fingimos não escutar. Continuamos jogando feitiços para destrui - lá. Agora testemunharemos o fim dela. O fim da raça humana, depois de séculos matando, extraindo, ela finalmente se esvai de nossas mãos. Assim tira nossa condição de sobrevivência nesse planeta, mas ela não perdeu, porque ela sempre cresce. Pelas brechas do cimento, ela triunfará. E retornará a sua velha e bela origem. Ser a mãe de todos, a dona do nosso destino.
Violões voadores, guitarras submarinas e batuques indígenas. Um delírio da mente degenerada do vocalista. A minha e a sua proteção divina diária.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Liberdade
Munido de todo as munições existentes no universo eu me preparo para batalha. Um garoto triste em busca de um sofrimento maior. Corro de vergonha do meu sentimento, eu sei que ele não deveria estar aqui, aqui bem no meio, no fundo de um poço de dor.
Minhas armas são só minhas vergonhas por isso não se aproximem, elas são bem mais fortes do que parece. Como disse, eu ainda estou correndo, correndo contra a maré de trabalhar até morrer. Por quê? Minha vida é só isso? Será que isso é ser Humano? Trabalhar para alguém até a morte. Viver trabalhando, dormir trabalhando, comer trabalhando, fazer sexo trabalhando, trabalhar trabalhando!!!
Posso parecer vagabundo, malandro, não é isso... eu só não quero passar pela vida e não deixar nada de realmente significativo ao mundo. Não quero simplesmente trabalhar e voltar para casa, todo dia, a mesma rotina. Isso parece coisa de robô. Eu não sou robô!!! Ou sou? Confundi as minhas memórias. Meu HD já não suporta mais tanta informação. Pane nos circuitos para descansar. Explodir para viver!
Antes de entrar nessa espiral autodestrutiva (já escutei isso em algum lugar) quero sentir o que é viver, morar sozinho no meio do nada, sobreviver na Natureza, solidão, meditação, caminhar só entre as árvores e pensar, admirar o sacudir das gramas, o silêncio das plantas, as aves em sua dança, os animais que ali habitam. Comparar o mundo real com a sociedade. Ver que eu não preciso dela pra sobreviver, posso VIVER sem tudo isso, consumo! Comam, comprem, gastem, se matem! Sem energia, sem música (uma pena! e acima de tudo o maior sacrifício), sem computador, sem mp3, sem internet, sem nada tão caro, pois tudo pode ser feito lá. (Quase) Completamente Natural!!!
Seja o dono de seu caminho. Seja livre de qualquer destino. Faça o seu lugar. Construa a sua paz.
Minhas armas são só minhas vergonhas por isso não se aproximem, elas são bem mais fortes do que parece. Como disse, eu ainda estou correndo, correndo contra a maré de trabalhar até morrer. Por quê? Minha vida é só isso? Será que isso é ser Humano? Trabalhar para alguém até a morte. Viver trabalhando, dormir trabalhando, comer trabalhando, fazer sexo trabalhando, trabalhar trabalhando!!!
Posso parecer vagabundo, malandro, não é isso... eu só não quero passar pela vida e não deixar nada de realmente significativo ao mundo. Não quero simplesmente trabalhar e voltar para casa, todo dia, a mesma rotina. Isso parece coisa de robô. Eu não sou robô!!! Ou sou? Confundi as minhas memórias. Meu HD já não suporta mais tanta informação. Pane nos circuitos para descansar. Explodir para viver!
Antes de entrar nessa espiral autodestrutiva (já escutei isso em algum lugar) quero sentir o que é viver, morar sozinho no meio do nada, sobreviver na Natureza, solidão, meditação, caminhar só entre as árvores e pensar, admirar o sacudir das gramas, o silêncio das plantas, as aves em sua dança, os animais que ali habitam. Comparar o mundo real com a sociedade. Ver que eu não preciso dela pra sobreviver, posso VIVER sem tudo isso, consumo! Comam, comprem, gastem, se matem! Sem energia, sem música (uma pena! e acima de tudo o maior sacrifício), sem computador, sem mp3, sem internet, sem nada tão caro, pois tudo pode ser feito lá. (Quase) Completamente Natural!!!
Seja o dono de seu caminho. Seja livre de qualquer destino. Faça o seu lugar. Construa a sua paz.
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